Ela acolheu o animal depois de incêndio, quando ele perdeu a mãe.
Tamanduá ganhou o nome de Felipe e recebe cuidados de filho.
Um tamanduá é criado como animal doméstico em Mato Grosso do Sul. Ele ganhou o nome de Felipe e dorme dentro de um armário, toma leite, come formiga e é adorado pela vizinhança.
A fazendeira Cristina Ferreira do Amaral diz que acolheu o animal depois de um incêndio próximo à propriedade, quando ele perdeu a mãe. “Acho que ele caiu das costas da mãe e se salvou. O peão encontrou e levou até a fazenda. Dei o primeiro leite na mamadeira e ele não quis. Depois, dei em uma xícara de café e ele aceitou a primeira, aceitou a segunda...a terceira...à noite, arrumei uma caminha”, afirma.
Para ficar com o tamanduá, Cristina enfrentou um processo judicial. “Me denunciaram pensando que ia vendê-lo. Fomos para a [Polícia] Florestal, ficamos lá umas três horas. Depois, fomos para a [Polícia] Civil. Quando chegamos, o delegado viu que era amor que ele tinha por mim e eu, por ele. O delegado abriu processo, mandou para a Justiça Federal e me colocou como tutora”, comenta.
Ela tem uma fazenda ecológica no Pantanal, onde vive o tamanduá, mas, sempre que vai para Corumbá, leva Felipe. A nora de Cristina, a dona-de-casa Tatiane Duran, ajudar a cuidar do animal. “Todo mundo se encanta com ele. Não tem explicação”, afirma.
Cristina diz que o tamanduá completa um ano neste mês. Ela se derrete como uma mãe. “Ele é dócil e carinhoso. É uma criança.”
Tamanduá ganhou o nome de Felipe e recebe cuidados de filho.
Um tamanduá é criado como animal doméstico em Mato Grosso do Sul. Ele ganhou o nome de Felipe e dorme dentro de um armário, toma leite, come formiga e é adorado pela vizinhança.
A fazendeira Cristina Ferreira do Amaral diz que acolheu o animal depois de um incêndio próximo à propriedade, quando ele perdeu a mãe. “Acho que ele caiu das costas da mãe e se salvou. O peão encontrou e levou até a fazenda. Dei o primeiro leite na mamadeira e ele não quis. Depois, dei em uma xícara de café e ele aceitou a primeira, aceitou a segunda...a terceira...à noite, arrumei uma caminha”, afirma.
Para ficar com o tamanduá, Cristina enfrentou um processo judicial. “Me denunciaram pensando que ia vendê-lo. Fomos para a [Polícia] Florestal, ficamos lá umas três horas. Depois, fomos para a [Polícia] Civil. Quando chegamos, o delegado viu que era amor que ele tinha por mim e eu, por ele. O delegado abriu processo, mandou para a Justiça Federal e me colocou como tutora”, comenta.
Ela tem uma fazenda ecológica no Pantanal, onde vive o tamanduá, mas, sempre que vai para Corumbá, leva Felipe. A nora de Cristina, a dona-de-casa Tatiane Duran, ajudar a cuidar do animal. “Todo mundo se encanta com ele. Não tem explicação”, afirma.
Cristina diz que o tamanduá completa um ano neste mês. Ela se derrete como uma mãe. “Ele é dócil e carinhoso. É uma criança.”
Nenhum comentário:
Postar um comentário