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“O depósito desses animais em criadouros não deve ser algo permanente, mas temporário, enquanto a causa que deu origem à apreensão é transitada e julgada pelo Ibama”, disse Anderson do Valle, analista ambiental do instituto.
“Das oito araras, apenas uma não voou. Duas estão desaparecidas e as demais voam e voltam aos poleiros construídos na copa de buritizais. Está sendo feito também o monitoramento diário dos animais para verificar o sucesso de fixação deles na natureza”, disse Valle.
A infra-estrutura montada nas copas dos buritizais será reaproveitada nas próximas etapas do projeto, que se estenderá por mais um mês. “Apesar do receio dos técnicos, considerando a dificuldade de soltura, os resultados parciais são bons”, afirmou o analista.
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